Redução de custo? Alugue…

Julho 8, 2008

A crescente demanda de pessoas que deixam os ambientes convencionais de trabalho criou um mercado de serviços que mudou a forma de se montar um negócio. Hoje, para abrir uma empresa não é necessário nem alugar uma sala. E para quem já tem uma sala, ou um home office, não é preciso nem comprar os móveis.

Uma das maiores inovações desse mercado é o conceito de escritório virtual, com empresas que oferecem um pacote de serviços. No mais básico deles, é emprestado para empresas um endereço, tanto para registro fiscal como para receber correspondências. Outro serviço é o de secretária, que da sede do escritório virtual atende o telefone em nome da empresa que a contratou.

Para quem quer um espaço físico com cara de ambiente comercial, há salas mobiliadas e com conexão à internet para locação por hora, dia ou mês. Na HZ Escritório Virtual, em Florianópolis, aluga-se uma sala mobiliada para uma pessoa a partir de R$ 25 por hora, ou R$ 1.188 por mês.

Atualmente, as quatro salas da empresa, com até 23 metros quadrados, estão ocupadas. No mercado há seis anos, a HZ está ampliando seu espaço para atender a demanda, como diz o sócio-gerente Daniel Zohar.

Em todo país, o setor cresce 5% ao ano, de acordo com a diretora da Rede Nacional de Escritórios Virtuais (Renev), Mari Gradilone.

Na reformulação dos ambientes de trabalho, outro ramo crescente é o de aluguel de imóveis. Criado para atender a promoção de eventos, o setor tornou-se opção para empresas ou autônomos que não podem ou não querem investir e imobilizar capital em mobiliário.

Existem empresas que alugam moveis que oferecem um pacote de 04 ou 05 itens ou ate mais itens por um preço bem mais em conta, Hoje ja e possivel achar locadoras que montam um escritorio em 24 Horas ou uma sala de reunião, por exemplo,

Acompanhando a demanda, o setor imobiliário investe no oferecimento de espaços para trabalhar em casa. Na divulgação de um edifício em construção na Capital, a construtora Campos de Almeida anunciou, pela primeira vez, há cinco anos, espaço para home offices nos apartamentos. A procura também é percebida no aluguel de residências. De acordo com a gerente de marketing da Imobiliária Brognoli, Anaía Brognoli, cada vez mais as pessoas solicitam um quarto extra ao alugar apartamentos ou casas.


Comprar ou Alugar ?

Julho 6, 2008

NEGÓCIOS
Da Assessoria de ImprensaEstruturação física rápida, eliminação de custos com manutenção, não-imobilização de ativos e contabilização dos valores pagos como despesas dedutíveis da base de cálculo do IR – Imposto de Renda. Essas são apenas algumas vantagens que transformaram a locação de mobiliário numa opção estratégia no mundo corporativo, e já conquista a preferência de importantes empresas de diversos segmentos da economia nacional

 

 

Muito utilizada pelo setor de eventos, a locação de móveis também conquistou o mundo corporativo, passando a ser uma opção estratégica na administração de empresas. Fatores como a necessidade de reestruturação logística (expansão ou redução de escritórios); início de operações de novos departamentos ou desativação de seções; empregados temporários e salas de treinamentos; ou urgência de estabelecer novos espaços após acidentes, foram algumas das situações que mostraram que a locação de móveis se apresentou como a opção mais adequada e econômica para estabelecer, num curto prazo de tempo e com economia, um ambiente de trabalho otimizado.

Tanto no desempenho positivo quanto em situações de risco, ou mesmo pela necessidade de mobilidade constante do layout de escritórios, departamentos e seções, a locação de mobiliário foi determinante na continuidade produtiva das corporações. 

Mobilidade e Versatilidade de LayoutsHá oito anos a ESPN Brasil opta por este tipo de serviço, mantendo parceria com a empresa pioneira no país em locação de móveis para escritórios e eventos. “Optamos pela locação pela relação custo x benefício, mobilidade, oportunidade de negócio, rapidez e ótimo atendimento. Além disso, a empresa possui maior mobilidade e serviço de atendimento para projeto e modificação de layout que vai de acordo com as necessidades de um veículo de comunicação, que geralmente são dinâmicos e ágeis”, afirma Carlos Sterque, Gerente Administrativo da ESPN Brasil.

 

Segundo o executivo, a emissora optou pela locação de móveis porque o serviço atende perfeitamente às necessidades nas áreas facilities, confortabilidade e custo. “Locar móveis para uma empresa é muito mais dinâmico e, para a ESPN, foi muito mais vantajoso por várias questões: primeiro, pela questão financeira (despesa e ativo); depois, pelo custo de manutenção e tapeçaria e, ainda, conseguimos manter a padronização de tamanho que permite ampliar ou modificar a mobília a qualquer momento, de acordo com nossas necessidades de espaço e ampliação de quadros de funcionários


Cresce a procura por locação e seguros

Julho 6, 2008

Número de empresas que fazem locação de veículos, equipamentos e bens pessoais aumentou 60,8% na região metropolitana; corretoras e outros intermediadores de serviços financeiros cresceram 35,1%

Corretoras de seguros, de planos de saúde e previdência privada estiveram entre os segmentos com maior expansão nos últimos anos, segundo o levantamento do Sebrae-SP, com uma taxa de 35,1%. A tecnóloga Fabíola Ribas, especializada em processamento de dados, concorda e sabe dizer porque isso acontece.
“Montei minha corretora há 9 anos, trabalhando em casa, sozinha. Hoje tenho 15 funcionários contratados. Nos últimos dois anos, o cenário para o setor melhorou e minha carteira de clientes cresceu 25% .”

Fabíola conta que apesar de bastante concorrido, o segmento não exige grandes investimentos de quem está começando no mercado e compensa quem sabe escolher um nicho certo no momento certo.

“Eu apostei em seguros de vida, e aí concentrei 70% da atividade da corretora. Foi uma escolha acertada, pois as pessoas estão cada vez mais preocupadas com a violência urbana e ganhando maior consciência de que precisam de seguro”, diz a empresária.

Ela lembra como outro fator que ajudou a impulsionar o negócio a entrada de grandes bancos em produtos como consórcios e planos de previdência. “São produtos que vendemos bem, e a parceria com os bancos nos traz maior confiança e visibilidade”, avalia. Fabíola acha mais fácil fazer a gestão de uma empresa de serviços financeiros do que estar à frente, por exemplo, de um restaurante ou padaria.

“A primeira idéia que muita gente tem quando abre empresa é montar um bar ou coisa parecida. Tenho um cliente que é dono de padaria. Percebo que para ele a administração do dia-a-dia acaba sendo mais complicada do que para nós, aqui na corretora”, destaca.

“Na nossa área, é preciso ter know-how para trabalhar bem, mas o importante é montar uma boa rede de contatos e buscar renovação constante na forma de atendimento ao cliente.”

Locação

O período 2000/2004 foi um dos melhores para o negócio de locadoras de DVDs, segundo o sócio da Alex Vídeo, Luciano Damiani, que também é vice-presidente do Sindicato das Locadoras do Estado de São Paulo.

Na pesquisa do Sebrae-SP, a atividade está incluída em serviços de locação de equipamentos, veículos e objetos pessoais, e registrou expansão de 60,8% em novos empreendimentos na região metropolitana.

Praticidade

“Eu não trocaria o setor de serviços por nenhum outro. O paulistano busca ter conforto, segurança e praticidade em tudo. Isso vai do filme que ele pode receber em casa até a possibilidade de alugar equipamentos para sua empresa, como TVs a plasma e telões, sem ter de investir muito e com a melhor relação entre custo e beneficio”, analisa Damiani.

Com três locadoras, nos bairros do Alto da Lapa, Vila Leopoldina e Pirituba, o empresário conta que chegou a alugar também jogos de videogame, mas desistiu. “Não funcionava muito para o meu público”, explica.

No mercado de locação de vídeos e DVDs há mais de duas décadas, Damiani conta que em 2003 chegou a ter 37 funcionários registrados. “Com a introdução do DVD, houve um grande aquecimento nos negócios. Isso teria tudo para continuar nos próximos anos, se não fosse o problema sério com a pirataria”, protesta. “De 2005 para cá, essa concorrência fez o faturamento do setor cair bastante, e temos assistido ao fechamento de lojas”, conta, lembrando que sua empresa reduziu o quadro para 23 empregados registrados.

Sirlene Rocha, da Aresta Visual, que faz sinalização de eventos, diz que o segmento é bom, mas está cada vez mais concorrido. “É preciso conhecer bem a atividade, antes de investir em ponto e nos equipamentos básicos”, alerta.

 
Fonte: Diário de São Paulo – (Caderno Negócios – O Espaço do Empreendedor – Apoio Sebrae-SP)


Serviços Realizados

Julho 6, 2008